terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Os 10 mandamentos da Motivação

Os 10 mandamentos da Motivação
Por Rudson Borges

pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente." (Zig Ziglar)

Imagine que numa equipe de vendas externas existam dois profissionais:
João, um excelente profissional que domina técnicas, tem uma fantástica oratória e poder de persuasão, mais além: ele é bom e sabe disso.

Antonio vende os mesmos produtos, inclusive teve os mesmos treinamentos. Ele é um tanto quanto “limitado”, tem muitos bloqueios, crenças limitantes e medos. É gago e tímido.

João espera as coisas acontecerem, não corre atrás de metas, não se preocupa em encantar e fidelizar os seus clientes. Já Antonio dedica-se e dá o seu melhor, afinal, ele sabe que se não é possível vencer pelo talento, o esforço “quebra o galho”.

João tem muito “atributos”, mas lhe falta o que sobra a Antonio: MOTIVAÇÃO {e isso faz a diferença}. Não estou dizendo que não se precisa de talentos, ao contrário! Criativos, empreendedores, bons lideres, ótimos vendedores e excelentes comunicadores são geralmente os mais ricos do mundo. Apenas afirmo que talento sem motivação é desperdício, é como um rei sem coroa...

Pense: se um incompetente motivado é capaz de grandes feitos, o que não pode fazer um COMPETENTE MOTIVADO?!

De acordo com Maslow, considerado por muitos o “pai da motivação”, todas as pessoas querem: ter mais dinheiro, boa saúde, ter longevidade, ter felicidade, estima e aceitação, paz de espírito, segurança, etc.

Abaixo citarei o que eu classifico como os 10 mandamentos da motivação, todos são importantes e se interligam. Confira:

1. Não seja um procrastinador:

Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante é um convite para o fracasso.

2. Comece algo e termine:

Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador “travou”. Perdi tudo {não fiquei nada feliz}. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom pra você.

3. Confie em você mesmo:

Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas “confiar no seu taco” e ter “bala na agulha”. A PNL nos ensina ao dizer que: “Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los”. Fale em alta voz: Sim, eu posso... Eu me permito... Eu vou.

4.Valorize o que realmente importa:

Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.

5. Tenha grandes planos:

Você quer ser grande? Ande com os grandes! Quer ter grandes realizações e sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás... Não seja medíocre!

6. Agradeça sempre:

Pense nisso: “Sempre reclamei dos meus sapatos, até que um dia, ao dobrar uma esquina, avistei um homem sentado sem os dois pés.” Reveja seus conceitos de necessidades.

7. Ame-se MUITO:

>O maior amor que podemos sentir é o amor próprio. Este sentimento profundo a cerca de nós mesmos nos fará amar incondicionalmente o próximo e o Arquiteto do Universo. Quando temos uma boa autoestima nossos relacionamentos são mais saudáveis.

8. Não tenha medo de fracassar:

O fracasso é uma ação, não é uma pessoa... É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma, portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras.

9. Seja disciplinado:

Nem sempre é possível fazer o que se quer. Nem todos ganham o quanto gostariam ou fazem o que sabem e/ou amam. Disciplina é plantar pra colher, só que o plantio é árduo. A disciplina transformou um camelô num dos maiores empreendedores do mundo.

10. Persista, persista, persista...

Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles {os sonhos} que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você.

L.U.T.E. S.E.M.P.R.E!

O gaúcho Rudson Borges é um dos maiores palestrantes e treinadores do Brasil. Atua nas seguintes áreas: motivação, vendas, liderança e neurolinguística.

domingo, 10 de janeiro de 2010

2010!!!!!

Todo mundo sempre costuma repetir:
"Ano-novo, vida nova".
Mas até que ponto sabemos realmente medir o peso desta afirmação e a colocamos em prática?
Se no ano que passou, você não conseguiu atingir suas metas, concretizar sonhos, acumulou mágoas e não superou desafios inesperados,agora é a hora de abrir as janelas da mente e do coração para o futuro não tão somente pelo fato de ser ano novo, e sim, por ser mais um dia em que podes mudar os pensamentos e começar a concretizar seus objetivos.
A mutação de seu momento atual depende exclusivamente de você, depende do seu trabalho mental, em acreditar e realizar.
Nada, nem ninguém poderá fazer isso por você.A ajuda pode, sim, vir de fora, mas o impulso deve partir de você. Independentemente de sua situação atual.
É hora de mexer-se porque o ano-novo está aí.
Para mudar sua história neste ano é necessário, antes de tudo, se permitir mudar.O próximo passo é derrubar aquelas barreiras internas tão prejudiciais, como o preconceito consigo próprio, o medo, a inveja e o rancor.
E, não esqueça, o mundo ao seu redor apenas reflete o que você é.
Se puder conte com a ajuda de um profissional que possa lhe oferecer feramentas para esta mudança interior.
Que este ano possa ser diferente, se não no exterior ao menos no seu interior.

Muitas realizações em 2010.

Por: Jesika Oliveira: jesikapsicanalise@gmail.com / 2324.8520

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Você Pode!

Quando estamos preocupados com o futuro; e as incertezas da vida nos prendem, fica difícil de viver a vida com prazer e se concentrar naquilo que realmente é importante:
O Aqui e Agora, afinal nossa vida acontece no presente.
A vida não pára, tudo e todos estão em movimento o tempo todo, fazendo, acontecendo e realizando. O ser humano cada vez mais busca a felicidade e a realização. E essa busca incessante está no intimo de cada um. Está na segurança de saber que é capaz, está na capacidade de entender que mesmo errando estará aprendendo e evoluindo,está na afirmação positiva de dizer "Eu Posso".
Não podemos fugir da realidade, e a realidade é que cada um de nós somos responsáveis por nossas conquistas e nossos fracassos.
Você pensa que pode?
Então você pode...
Você pensa que não pode?
Então você não pode...
A Insegurança aparece em nosso caminho quando elegemos o OUTRO como a coisa mais importante de nossas vidas.
Não podemos viver para acreditar mais nos outros do que em nós mesmos, saiba que a outra pessoa não está isenta de absolutamente nada na vida, e se ela está conseguindo se realizar é porque ela acreditou em si, e buscou seguir os próprios conceitos, acreditando nas capacidades realizadoras que possui.
Pare e analise. Você realiza as coisas em sua vida porque sente vontade de realizá-las, ou, porque as pessoas estão fazendo?
Você se vê bonito, ou acredita que é bonito porque as pessoas lhe falam?
Precisamos ser carentes de nós mesmos, e não do outro.
O que as pessoas pensam de nós, não muda nosso estado e condição de vida.
Tenha fé no seu potencial, acredite na sua capacidade e dê crédito para suas habilidades.
A melhor maneira de obter a autoconfiança é saber que você pode á partir do momento que quer, realizar e modificar tudo na sua vida.
Acredite, você tem o mesmo potencial que qualquer pessoa, a diferença entre você que não consegue e quem consegue realizar as coisas na vida, é o ACREDITAR.
Acredite a chave do seu Mundo e da sua realização está na sua mão.

Por: Jesika Oliveira

Sociedade, Liberdade, Igualdade, Democracia

Dizemos que uma sociedade – e não um simples regime de governo – é democrática quando tal sociedade, além de eleições, partidos políticos, divisão dos três poderes e liberdade de pensamento e expressão, institui algo mais profundo, algo que é condição do próprio regime político, ou seja, quando institui direitos que são efetivamente extensivos a todos os cidadãos.
Portanto, se uma sociedade não institui direitos, não é uma sociedade democrática, mesmo que o seu regime de governo seja democrático. As profundas desigualdades sociais e econômicas presentes na sociedade mostram que há direitos básicos aos quais uma grande parcela da população não tem acesso.
Não há, na sociedade, criação e garantia de direitos. Vivemos, portanto, em uma sociedade, na qual as idéias de liberdade e igualdade não existem na prática.

Nossa sociedade é hierárquica, entre inferiores que obedecem e superiores que mandam. Além disso, temos um Autoritarismo violento, baseado em racismo, machismo, discriminação religiosa, social, desigualdade econômica, exclusão cultural e política. Deste modo, a prática da igualdade e da liberdade fica debilitada. Desta maneira, a sociedade fica dividida entre carências das classes populares e os interesses das elites dominantes, sem alcançar a esfera dos direitos, transformam esta mesma divisão entre despossuídos e privilegiados.

Ainda assim, deve-se lembrar que, mesmo com todos os obstáculos apresentados, somente em uma sociedade democrática podemos notá-los, discuti-los e superá-los.

Por: Juliene Pereira de Oliveira - Aspirante em Psicanálise

domingo, 15 de novembro de 2009

Sem Etiqueta, Sem Preço....

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.
a partir de comentário de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.

Traumas e Bloqueios

O que mantém um trauma ou um bloqueio por muito tempo é o fato do paciente não alterar os valores adquiridos durante a infância ou na época em que ocorreu. É preciso ficar claro que um automóvel, por exemplo, durante a infância não tem o mesmo valor que tem durante a adolescência nem tampouco durante a fase adulta. O que ocorre é que, com o surgimento do trauma, estabelece-se um bloqueio em que a análise deixa de existir. Passa a ser doloroso ao consciente rememorar a marca traumática.
Assim, o inconsciente cria uma barreira impedindo que os valores sejam reavaliados conscientemente.
É preciso penetrar novamente nesse ponto da história da vida do paciente para que, com novos conhecimentos lógicos, adquiridos na vida atual, os códigos de valores sejam
recodificados, deixando claro a ele mesmo, e por ele mesmo, que aquela dor já não tem mais sentido, e que, de acordo com os valores atuais, não existe motivo para o conflito que está vivenciando.
Quando o paciente finalmente se conscientizar dessa mudança, fatalmente o trauma estará desativado e o paciente terá como lembrança apenas um fato histórico dentro de seu banco de dados, com o discernimento da lógica atual, bem mais estruturada.
A orientação de um profissional é fundamental para o processo de transformação e reestruturação emocional.

Por: Jésika Oliveira – jesikapsicanalise@gmail.com / 2324 8520